Larissa e Rodrigo | Juiz de Fora – MG

Quando o Rodrigo Müller me pediu em casamento, eu já sabia tudo o que eu queria. Sim, tudo! Tinha tido 11 anos para pensar. E com tudo “decidido”, uma coisa era certa: a fotografia teria que ser especial. Tinha que ser sensível ao ponto de não precisar de legendas e chocante ao ponto de congelar meu olhar e ficar horas olhando, sem me cansar.
Eu tinha um fotógrafo em mente. Mas era um fotógrafo de fora da cidade e nada fácil ($) de ser contratado. Enfim, não era viável. Ou era, mas eu tinha outras vontades maiores.

Eu não conhecia o trabalho dos fotógrafos aqui de Juiz de Fora, tirando um ou outro mais antigos na cidade, que minhas amigas tinham feito com eles. Mas uma coisa era fato: entreguei para Deus e deixei para lá, pois nenhum deles estava perto de ser o “fotógrafo ideal”.
Minha cerimonialista marcou com dois destes fotógrafos mais antigos e com o Eric Machado. As reuniões seriam todas no mesmo dia e a reunião com o Eric era a última. Quando eu estava saindo da segunda reunião, vendo sempre o mesmo estilo de foto e trabalho, cansada daquela mesmice fotográfica, fui surpreendida por uma movimentação na rua. Um rapaz tentava suicídio e o cachorro dele chorava muito. Eu, com minha curiosidade, simplesmente não conseguia sair de lá. Adivinhem: cansada de ver as mesmas fotos sempre, desmarquei com o Eric e estava satisfeita em fechar com o fotografo da segunda reunião.

Um amigo, que também era fornecedor do casamento, que conhecia demais meu gosto, ao saber pelo Eric, que eu havia cancelado, me ligou e disse: “Não acredito que você não vai nem conhecer o trabalho dele”. Exatamente após uma hora e meia deste telefonema, eu estava na sala de reunião do Eric Machado Fotografia.
Me lembro de absolutamente todas as fotos que ele me mostrou naquele dia. Mas me lembro ainda mais, a foto que me fez mudar de opinião. Estava ali o meu novo “fotógrafo ideal”. Como assim, eu que me julgava super antenada, não conhecia ele? Como assim ele não era tããããão conhecido assim? COMO ASSIM??? A fotografia dele era genial, não ficava muita atrás do tal fotógrafo que eu mencionei lá no início. Fechado, queria o Eric.

Enfim, assim teve início uma amizade. Sim, amizade. Não é balela, é amizade mesmo. Amizade ao ponto de ter intimidade de mandar mensagens durante a madrugada. Intimidade para conhecer os filhos, intimidade de pedir para o fotógrafo não ir na sessão e deixar só a fotógrafa, intimidade que foi criada para deixar meu sonho nas mãos deles.
O Eric e a Cassiane captaram todo o meu gosto por fotografia. Captaram tudo o que eu queria para meu álbum, tudo o que eu esperava de um registro, todo um sonho congelado em momentos no papel.
A Cassi embarcou em uma nova proposta de fotografia, acompanhando cada prova de vestido: do forro ao último ajuste, foram umas 5 sessões (essas fotos ainda nem foram publicadas e merecem um post especial, pois estão lindas. Noivas, fica a dica de um novo serviço para ser contratado, ficou um trabalho lindo). Ela registrou tudo de uma forma tão carinhosa, que me desculpe Eric, só ela teria feito. Ela foi com o olhar de mãe. Pegou cada emoção de cada novidade. E a cada prova era uma festa.

O grande dia chegou e passou. Tão rápido, como era de se esperar. E na semana seguinte, lá estavam Eric e Cassi para postar várias fotos que suprissem toda a minha saudade daquele momento.

Ontem a noite, recebi um presente lindo: as fotos.

Revivi cada segundo. Relembrei de cada coisinha. Gargalhei lembrando das palhaçadas com minhas madrinhas enquanto nos arrumávamos. Meu coração acelerou novamente vendo as fotos em que eu suspirava antes de entrar na igreja. Me emocionei ao ver a cara da minha mãe, minha sogra e meu marido enquanto eu entrava (algo impossível de se reparar naquela hora). Vibrei com cada foto da festa.

Após tantas fotos, foram muitas, eu senti uma alegria imensa. Senti que aquelas poucas horas que duraram a cerimônia e a recepção, estavam eternizadas. Estavam ali, para me relembrar a qualquer momento. São cenas congeladas e repletas de emoção, “sensível o suficiente para não precisar de legenda e chocante o bastante para congelar meu olhar, me fazendo ver aquelas fotos por horas, sem me cansar”.

Um trabalho perfeito, posso dizer. Sem exageros. Um trabalho que agora será lapidado e transformado no “meu álbum”. Um trabalho lindo, que trouxe amizades e um novo olhar a respeito da fotografia.

A cada foto que envio para alguém recebo elogios e não é mentira, pois se quiserem dou print em todas as telas. Escuto assim: “nossa que foto linda”, “que fotógrafo top”, “este fotógrafo é muito bom”, “estou amando ver as fotos”… E isso é impagável.

Indico para todo mundo mesmo!!!

Cassiane A. M. Silveira e Eric, o que eu e Rodrigo podemos dizer para vocês é que conhecê-los foi muito mais que conhecer nossos fotógrafos. Conhecemos pessoas apaixonadas pelo que fazem e por isso o resultado é tão lindo. Conhecemos amigos, que queremos para a vida (já estão).

Muito obrigada por tudo que já foi feito e, antecipadamente, por tudo que estar por vir.

Um grande beijo

Obs: desculpe pelo testamento, nunca soube ser breve!

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